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Foi apresentada, ontem em Londres, a estratégia da Galp até 2017, e que passa pela exploração de petróleo e gás no Brasil, Angola e também Portugal

Petróleo no Alentejo é mais provável que em Peniche

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Nacional |

Manuel Ferreira de Oliveira, presidente executivo da Galp Energia, referiu que a probabilidade de encontrar petróleo em Portugal é, neste momento, maior na bacia do Alentejo do que na bacia de Peniche. A Galp estuda estas zonas à procura de reservas de crude, há já cerca de dois anos.

“Neste momento, nesta fase dos estudos geológicos, a probabilidade de investimento seria mais na bacia do Alentejo do que na bacia de Peniche”, referiu o presidente executivo ontem em Londres no final da apresentação da estratégia de negócio até 2017. Contudo, Manuel Ferreira de Oliveira ressalvou que nada é garantido e que, à medida que a prospeção for avançando estas estimativas podem mudar de rumo. “Portugal é um investimento de risco. Ou tem sucesso ou não tem e até ao final deste ano tomamos a decisão de perfurar ou não um poço em 2014 e tanto podemos avançar como podemos devolver a concessão ao Estado”.

Com as recentes descobertas de petróleo no Brasil, onde até já está a produzir, e de gás em Moçambique, a Galp teve que rever em alta o nível de investimento. A Galp tinha anunciado no ano passado que iria investir 1,2 mil milhões de euros por ano até 2016, passando agora para um intervalo de 1,2 e 1,4 mil milhões de euros só para este ano, e entre 1,4 e 1,6 mil milhões de euros por ano entre 2014 e 2017, isto é um investimento entre 6,8 e 7,8 mil milhões de euros em cinco anos.

“A Galp quer apostar principalmente na exploração e produção de petróleo e dentro dessa área quer desenvolver principalmente a exploração [procurar petróleo em várias regiões do mundo] e por isso temos de correr o risco de ter de aumentar o investimento para desenvolver esses projetos. Quem nos dera estar aqui para o ano a aumentar o nível de investimento como aconteceu este ano”, referiu Manuel Ferreira de Oliveira, salientando que a exploração de petróleo é uma atividade cara, que pode custar 200 milhões de dólares cada poço que se descobre.

Perfurar 7 a 10 poços por ano

A partir do momento em que iniciou a sua atividade de exploração e produção de crude com a descoberta de petróleo no Brasil, a Galp alterou a sua estratégia de negócio, assumindo-se cada vez mais como uma empresa petrolífera internacional e pondo de lado a imagem de uma empresa meramente de venda de combustíveis. Foi uma aposta ganha, na medida em que o negócio de venda de combustíveis, é dentro da Galp, o pior negócio, com quebras sucessivas no consumo desde 2005.

A Galp pretende estar a produzir 300 mil barris de petróleo por dia em 2020, mas para isso, é necessário continuar a explorar outras zonas do mundo à procura de petróleo, porque só os recursos do Brasil não chegam. Para além do Brasil e de Angola (onde já há produção), Portugal é um desses lugares do mundo, mas até ao momento sem certezas. A Galp tem neste momento mais duas novas zonas de estudo e são elas Marrocos e Namíbia, e que deverão dar resultados ainda este ano. Para além disso, a Galp vai arrancar com a prospeção de petróleo em Moçambique, onde descobriu uma das maiores reservas mundiais de gás natural.

Manuel Ferreira de Oliveira referiu que “se todos os anos descobrirmos 100 a 200 mil barris de recursos e se eles forem economicamente viáveis, então temos capacidade para manter a produção de 300 mil barris por dia”.

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